domingo, 27 de novembro de 2016

POSICIONAMENTO POLÍTICO DA MÍDIA

POSICIONAMENTO POLÍTICO DA MÍDIA




Marilane Moura
Pedro Augusto
Raquel Rebeca
Tailane Santana




PALAVRA-CHAVE: Rede Globo, influência, politica, mídia e democracia.

Introdução

A mídia é uma interessante fonte de comunicação, dita no dia a dia das pessoas. Nesse caso, é perceptível sua influencia no que se refere a prover determinados candidatos motivando a população. A manipulação feita pelos candidatos através da mídia já é antiga, pois nas eleições de 1989, enquanto havia uma disputa entre Fernando Collor e Lula. Temos claramente a influencia de uma das maiores mídias brasileiras que é a Rede Globo, fazendo com que Collor aumentasse o seu tempo de fala diminuindo o tempo de Lula. Na época os eleitores só tinham acesso a mídia, certamente se deixou levar pela sugestão da emissora de TV, já que não havia outra escolha.
A grande mídia se partidarizou e se modificou respectivo e importante farsante política. A aflição que a imprensa abordar, em sucessão da circulação digital, está provocando o seu aspecto com forma alterada de sobrevivência. A nova mídia está dissolvendo o poder histórico da grande mídia e transformando os criadores de ideias clássicas no papel da edificação da ideia pública.

Política Nacional e a Rede Globo

 O paralelismo político é determinado desta maneira mais exato da essência e grau do relacionamento mantido entre os meios de acesso de volumes partidários e organismos políticos. Ou de modo geral dessa maneira a dimensão pela qual o processo de mídia reflete a repartição políticas atual no interior da comunidade.   Na Europa, o jornalismo teve origem e evoluiu executando um papel essencial no auxilio de ações políticas e religiosas. No inicio, o jornalismo mostrava um grande paralelismo político. O New York Times no enredo americano é um jornal, mas não deve ser confundido como porta-voz do Partido Democrata. No entanto é essencial ressaltar que a percepção do paralelismo político está vigorosamente estruturada ao intelecto de variedade externa e interna, pois se relata, sobretudo, à vocação de cada grupo da mídia em reproduzir de forma compatível a variedade das administrações políticas presentes na sociedade. A interferência da mídia na política, a fácil visualização  de militantes e políticos nos programas de rádio e TV e nos jornais, a presença de críticas e análises apontam influenciar no ponto de vista público em desvantagem de informações equilibradas.  Esse informativo tem sido sucessivamente utilizado entre nós para supervisionar e investigar a atuação da mídia. No entanto, com a restrição de costumes, estas comparações não englobam um conceito subjetivamente ou superior restringidos a eventos eleitorais isolados.  A atuação da mídia em três fases políticas diferentes. A mídia brasileira de 1960 era limitada à imprensa escrita e ao rádio, no qual se sobressai os portadores relacionados ao grupo Diários Associados eram extremamente frágil do ponto de vista comercial e submetido a simpatias públicas. Com o país vivendo mesmo um iniciante sistema de industrialização e o comercio publicitário, o renumeração dos veículos deriva exclusivamente dos anúncios populares de repreensão do comércio, e resulta ainda dos empréstimos bancários públicos, subsídios para adquirir o papel, justiça fiscais e da publicidade oficial. Contraditório, apesar desta fragilidade econômica e degradante, como não lembrar uma grande imprensa chamada Abreu, que surgiu na década 50 e 60 que tinha um alto nível de comprometimento e participação nos combates políticos da época, distintos pela competição entre varguistas e anti-varguistas do ponto de vista adepto a partir de 1946, entre o PSD e a UDN. O paralelismo político, quando ocorre, se dá objecção ao regime militar, e não em torno dos interesses partidários. Este tempo foi especificado por um grande sistema de mídia, pela elevação da televisão como um essencial veículo de massa. A fundação da Embratel em 1965 e a fixação da rede de telecomunicação ampliaram nacionalmente as redes de televisão, até então de conquista exclusiva regional, e modificou instantaneamente a Rede Globo para a principal rede nacional.
 Nas eleições de 1989 e 1994, que estabeleceu um moderno tipo de centralização eleitoral, entre o PT e o PSDB, os dois com origem de esquerda, a imprensa apresentou um papel principal no episódio do impeachment do Collor. De acordo com o entendimento da sua ligação com o grupo político no novo período democrático, Depois a imprensa durante todo o episódio não só programou o debate político, mas também se tornou um dos importantes atores da crise, incriminando o governo, motivando a proposta pública e botando em pauta o impeachment. Neste processo indicado, sobretudo, pelo jornalismo investigativo, a doutrina liberal do jornalismo se responsabilizou em observar e supervisionar sistema político. Com o lançamento do Plano Real no período do governo Itamar Franco 1992 a 1994, a grande mídia auxiliou com entusiasmo a capacidade econômica de fixação monetária. Com a contribuição da mídia logo se tornaria uma aliança eleitoral aberta. Ainda assim esta aliança não se deu mais em um quadro de intensa divisão ideológica. Agora, com dois candidatos de esquerda, mas em ligações distintas, o conflito se deu, sobretudo, num debate sobre o plano de fixação monetária e o argumento dos esquemas do governo, que mais uma vez contrariam ideias nacionalistas às mudanças liberais. Essas questões juntamente com a queda financeira internacional que se propagou em muitos países eram presentes nas eleições de 1998. Do mesmo modo, só que agora com um inevitável acréscimo da visualização do presidente-candidato e candidato-presidente por conta da queda financeira, a grande mídia aprimorou a base eleitoral a FHC por meio dos editoriais e argumentos. Apesar das escolhas políticas, a cobertura eleitoral de 1994 apresentou uma grande estabilidade entre as informações oferecidas aos candidatos. Ainda que a variedade externa seja um obstáculo crítico em relação ao sistema de mídia, a variedade interna mostrou ser uma política editorial determinada nos importantes jornais do país. Ao contrário dos jornais, apresentou grande desigualdade de atuação no jornalismo. A televisão investiu monotonamente na execução de debates entre os concorrentes em uma cobertura jornalística que resultou alta visibilidade aos dois concorrentes e, uma frequência estável nas junções dos telejornais. No entanto, em 1998, a eleição presidencial se tornou quase que invisível na TV, já que a Rede Globo estreou a campanha eleitoral em seu jornalismo e não foi executada uma discussão entre os concorrentes nas redes nacionais. Evidentemente, é desnecessário falar que esta ocultação das eleições levou o concorrente à reeleição. As tendências constatadas nas disputas anteriores foram investigadas em 2002, quando quase todos os jornais deram uma conversação estável aos concorrentes finalistas, Lula e Serra.

Grande Mídia x Nova Mídia

O termo grande mídia vem do latim médium  que é entendida como o grupo das instituições que utilizam tecnologias próprias para mediar o diálogo humano. No entanto a grande mídia provocar sempre a existência de uma organização e de um luxo tecnológico. É um tipo de diálogo, praticado por meio de organizações que aparecem na história da humanidade e formam um dos principais ícones da modernidade. Dois aspectos da comunicação da grande mídia são a produção centralizada e a sua única, integrada e padronizada de seus assuntos.
Já o termo nova mídia ajudará para constituir as comunicações cometidas mediante a rede mundial de computadores, ou seja, a internet. Ao inverso da grande mídia, a nova mídia viabiliza a comunicação on-line entre orador e receptador mediante aos computadores pessoais fixos ou móveis.

Política

A política, com seu principio clássico, provem da palavra grega, polis que quer dizer tudo que tem relação com a cidade, ao que é urbano civil e público. De maneira histórica, o conceito de política está ligado à prática do poder na conexão entre soberano e submisso e entre superioridade e o respeito.

 Dedução

 A grande mídia adquiriu um ambiente fundamental na sociedade contemporânea, e modificando técnicas de operação humana, e sobretudo, a área da política.
A ideia de centralidade foi empenhada nas Ciências Sociais semelhante a organizações, ideologias e princípios. Ela importuna a realidade de seu contraditório, lembrando que as imediações, o criminoso, o excluso, no entanto, aceita progressão de proximidade e deslocamento. Pessoas, organizações e ideologias e princípios podem ser de relatividade central. Uma suposição para falar no núcleo da grande mídia, nas comunidades é a realidade de um grupo nacional, resistência de telecomunicações. Até mais ou menos pouco tempo, próximo de 40 anos, o Brasil não se acomodar de uma mídia de obtenção nacional.
A perspectiva politica, o oficia medial da grande mídia, principalmente da eletrônica, especialmente a televisão, foi primeiramente reconhecida pelo Estado autoritário.
O oficio mais considerável se desempenha pela grande mídia que procede de sua capacidade de longo período na formação mediante da realidade do entendimento que se faz de muito caráter da vida humana das etnias. É, sobretudo, da política e dos políticos. É particularmente através da grande mídia em sua definição de que a política é formada alegoricamente. Não há política nacional sem grande mídia.
 A política, nos regimes democráticos, deveria ser um exercício com excelência pública e visível. É a grande mídia e apenas ela que tem a autoridade de explicar o que é público no globo contemporâneo. No Brasil, apesar de que a crise dos partidos seja durável tema de contenção, encontra-se um aceitável acordo sobre a histórica falta de uma herança partidária respeitável. Mudar-se com muita facilidade a pratica, por parte da grande mídia. O domínio do espaço convencional pela grande mídia é indicado como uma justificação das crises propagadas pelos partidos em muitos grupos políticos.

Conclusão

 O sistema de mídia em que utilizamos não é estático e expõem modificações que devem ser notadas pela potencialidade na afinidade com o sistema político e na pratica democrática, principalmente na conjuntura do sistema de mídia com baixa pluralidade externa e sem um jornalismo político e partidário significativo no desígnio nacional que motivem ao leitor expectativas de concorrência políticas. Entre as modificações relatadas no texto, estabelecida do jornal comercial e o apropriando fortalecimento de uma política conduzida para a variação interna. Esses aspectos estão claramente correlacionados e é viável pressupor que, em longo prazo, que se estabeleça semelhantemente um jornal de conhecimentos em detrimento do jornalismo de opinião e na situação de um pluralismo partidário sóbrio que incidir estar identicamente em procedimento de corporificação, um jornal político aberto à diversidade política e equilibrado em associação aos atores políticos. Tem sido apto considerável para o aumento da diversidade interna a profissionalização do jornalista, um procedimento já drasticamente respeitável, e a comparência entre a análise da mídia suficiente ativo, como o mirante da imprensa. Enquanto à televisão, é um meio vigorosamente regulado pela legislação eleitoral, semelhante a cobertura eleitoral de 1989 e a dos próximos anos, não há argumentação de que esse centro se democratizou, nos períodos eleitorais. A alternativa da Rede Globo de lucrar rapidamente na cobertura eleitoral, igualmente em 2002, poderá ser uma conexão inevitável atraída pela concorrência comercial e jornalística a meio de veículos eletrônicos e pela firmeza da cultura democrática. Em redução, as alterações em curso, boa parte da fração já é confiável pela literatura mais atual sobre a conduta da mídia nas ações eleitorais, estimular que não tenham trocado os aspectos de finalidade do sistema de mídia designam ataques, e pode contribuir para nos deixar mais confiante da ideia do pluralismo regulado em que as utilidades essenciais da imprensa em uma democracia, como esperar e supervisionar o poder, favorecer a alteração pluralista e motiva civicamente o individuo seja, de um ato, efetivo entre nós.
A grande mídia é claramente notável, mas não tem interesse na opinião pública, que a ela reivindicamos recentemente, esse mérito deve ser reconsiderado.
 Mas, a nova mídia conclui que uma das ameaças, durante a transformação não se termina, e omitir a existência do velho que vive e sobrevive e se encontra, mas objetivo em preservar seu antigo direito. Sendo uma verdade com muitas e matizadas extensões.

Referencias:



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